segunda-feira, 27 de março de 2017

12 LEIS DA GRATIDÃO POUCO CONHECIDAS (QUE VÃO MUDAR SUA VIDA)


1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato

  • Seja grato pelo que você tem, e vai acabar tendo mais.
  • Foque sobre o que você não tem, e nunca terá o suficiente.

2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz

  • É quase impossível apreciar um momento sinceramente e olhar severamente ao mesmo tempo.
  • Ser feliz agora não significa que você não deseja mais, significa que você é grato pelo que tem e paciente para o que ainda está por vir.

3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”

  • Não faz sentido condenar ou lamentar uma lição de vida importante.
  • Gratidão traz um sentido para o ontem, paz para o presente, e cria uma visão positiva para o amanhã.

4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento

  • Tem sido dito que a mais elevada forma de oração é dar graças. Em vez de orar “para” as coisas, dê graças por aquilo que você já tem.
  • Quando a vida lhe dá toda a razão de ser negativo, pense em uma boa razão para ser positivo. Há sempre algo pelo qual ser grato.

5. A gratidão inclui tudo

  • Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.
  • Porque todas as coisas têm contribuído para o seu avanço, você deve incluir todas as coisas em sua gratidão. Isto é especialmente verdadeiro em seus relacionamentos. Nós nos encontramos com pessoas comuns em nossas vidas; mas se você lhes der uma chance, todas elas têm algo importante para lhe ensinar.

6. O que você tem para ser grato no presente, muda

  • Seja grato por tudo que você tem agora, porque nunca sabe o que acontecerá em seguida. O que você tem acabará por ser o que você tinha.
  • A vida muda a cada dia, e suas bênçãos irão gradualmente mudar junto com ela

7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas

  • O que separa privilégio de benefício é a gratidão.
  • A circunstância (ou pessoa) que você toma por garantida hoje pode vir a ser a única da qual você precise amanhã.

8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente

  • O que mais importa não é o que você diz, mas como você vive.
  • Não basta dizer que, mostre. Não basta prometer, prove.

9. Gratidão inclui retribuição

  • Na agitação da vida cotidiana, quase não percebemos que recebemos muito mais do que damos, e a vida não pode ser rica sem essa gratidão.
  • É tão fácil superestimar a importância de nossas próprias conquistas em comparação com o que temos com o auxílio de outros.

10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão

  • Só porque alguma coisa não durou para sempre, não significa que não foi o maior presente que se possa imaginar.
  • Seja grato porque seus caminhos se cruzaram e por ter tido a oportunidade de experimentar algo maravilhoso.

11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente

  • Conte as bênçãos em sua vida, e comece com a respiração você está realizando agora.
  • Muitas vezes esquecemos que o maior milagre não é andar sobre a água; o maior milagre é caminhar sobre a terra verde, habitando profundamente no momento presente, apreciando-o e sentindo-se completamente vivo.

12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão

  • Às vezes, investimos muita força para tentarmos controlar cada aspecto de nossas vidas que completamente nos perdemos no caminho.
  • Aprenda a deixar ir, relaxar um pouco e pegar o caminho que a vida leva até você às vezes. Tente algo novo, seja destemido, mas acima de tudo, faça o seu melhor e fique bem com isso. Abandonar expectativas desnecessárias permite que você realmente experimente o inesperado. E as maiores alegrias na vida são muitas vezes as surpresas inesperadas e oportunidades que você nunca preveu.
Pelo o que você é grato hoje?  Como a gratidão afeta a sua vida? Deixe um comentário abaixo e compartilhe seus pensamentos!
Traduzido pela equipe de O Segredo
SITE:https://osegredo.com.br/2015/08/12-leis-da-gratidao-pouco-conhecidas-que-vao-mudar-sua-vida/


domingo, 26 de junho de 2016

OS ALIMENTOS PARA REATIVAR A SUA GLÂNDULA PINEL, O OLHO DA MENTE


O olho da mente, cien­ti­fi­ca­mente conhe­cido como a glân­dula pineal, é con­si­de­rado a porta de entrada para os níveis mais ele­va­dos de cons­ci­ên­cia, no caso de você não estar ciente a glân­dula pineal é uma glân­dula endó­crina em forma de uma pequena pinha no cére­bro que pro­duz e secreta o hormô­nio mela­to­nina, acredita-se tam­bém que a glân­dula pineal seja res­pon­sá­vel pela libe­ra­ção de Dime­til­trip­ta­mina (DMT), a glân­dula pineal é o “prin­cí­pio da sede da alma”, segundo Des­car­tes, como você pode ver esta glân­dula tem mui­tas fun­ções tanto física como meta­fi­si­ca­mente, assim mantê-la fun­ci­o­nando em todo o seu poten­cial deve ser uma pri­o­ri­dade de todos os que pro­cu­ram uma mente saudável. 
À medida que enve­lhe­ce­mos a glân­dula pineal começa a se cal­ci­fi­car e tornar-se lenta, esta taxa varia con­si­de­ra­vel­mente por pes­soa e estilo de vida, mas o con­sumo de quan­ti­da­des exces­si­vas de flúor é con­si­de­rado um fator de risco, isto é em parte por­que o flu­o­reto se acu­mula em quan­ti­da­des extre­ma­mente altas na glân­dula pineal cau­sando sua cal­ci­fi­ca­ção mais rapi­da­mente, o flúor tam­bém pode dimi­nuir a pro­du­ção de mela­to­nina, duas coi­sas que cer­ta­mente não que­re­mos que acon­teça, a pes­quisa mos­trou que esta cal­ci­fi­ca­ção da glân­dula pineal tem uma forte cor­re­la­ção no desen­vol­vi­mento da doença de Alzhei­mer (Mer­cola 2011), uma dieta pobre car­re­gada de con­ser­van­tes, açú­car branco, refri­ge­ran­tes, GMO, pro­du­tos quí­mi­cos e pes­ti­ci­das é um impor­tante fator de risco para a cal­ci­fi­ca­ção e seu enve­lhe­ci­mento pre­coce tam­bém.
 
O que pode­mos fazer para com­ba­ter o pro­cesso de enve­lhe­ci­mento e cal­ci­fi­ca­ção da glân­dula pineal ?
Deve­mos comer uma dieta livre de con­ser­vante / quí­mica, que seja rica em gor­du­ras saudáveis​​, deve ser um acé­falo (tro­ca­di­lho inten­ci­o­nal), mas o que mais pode­mos fazer ?

Cor­tar o uso do flúor

Enquanto você não corta-los com­ple­ta­mente você pode redu­zir dras­ti­ca­mente os níveis que con­some, para fazer isso deve fil­trar ade­qua­da­mente à água da tor­neira antes de beber uma vez que mui­tas comu­ni­da­des têm abas­te­ci­mento de água que é adi­ci­o­nado flúor, para con­se­guir isso você pre­cisa usar um fil­tro que retire o flúor (cui­dado com o fil­tro por osmose reversa ele tam­bém retira todos os mine­rais da água “matando-a”) ou com­prando água engar­ra­fada de água de nas­cen­tes que indica não con­ter a adi­ção de flúor, você tam­bém pode mudar para um creme den­tal sem flúor, mui­tos tipos de pasta den­tais natu­rais podem aju­dar na pre­ven­ção da cárie den­tá­ria, além de não intoxicá-lo com flúor.

Tome vina­gre de maçã

Vina­gre de maçã é rico em ácido málico tornando-se um grande tônico para desin­to­xi­car o corpo todo incluindo a glân­dula pineal, o vina­gre de maçã tem uma longa lista de bene­fí­cios e pode aju­dar a tor­nar o corpo mais alca­lino (isso é uma coisa muito boa), tente tomar uma colher de sopa 3 vezes ao dia ou expe­ri­mente adicioná-lo no suco de limão com mel, sente-se, sabo­reie e colha os bene­fí­cios.

Coma ali­men­tos ricos em iodo

Coma ali­men­tos ricos em iodo como algas mari­nhas, outros ali­men­tos como cran­berry, fei­jão verde, couve, bró­co­lis, folhas ver­des escu­ras, banana, cama­rão e lagosta tam­bém são ricos em iodo, esta é uma lista muito curta, incom­pleta, você pode ajustá-la para aten­der às suas neces­si­da­des e estilo de vida, não só a fun­ção de apoio do iodo para a tire­oide, mas tam­bém é impor­tante para a glân­dula pineal, o iodo ajuda a remo­ver o flúor do corpo que como dis­cu­tido acima é muito tóxico, o iodo pode ser pre­ju­di­cial em níveis super altos, por isso se você optar por usar em forma de suple­mento con­si­dere o uso de uma forma solú­vel em água como Iosol, para evi­tar o risco de excesso ao consumi-lo.

Coma cacau cru

Cacau cru orgâ­nico é rico em anti­o­xi­dan­tes que com­ba­tem os radi­cais livres e man­têm o nosso cére­bro sau­dá­vel, isso tam­bém pode aju­dar a esti­mu­lar o olho da mente (pineal) aju­dando a desintoxicá-la.

Coma com óleo de coco

O óleo de coco (extra vir­gem pren­sado a frio) nutre todo o corpo até mesmo a pele e o cabelo, mas a sua maior van­ta­gem é que ele nutre o cére­bro e desin­to­xica a glân­dula pineal, o óleo de coco é rico em tri­gli­cé­ri­des de cadeia média que são con­ver­ti­dos em ceto­nas no fígado, foi com­pro­vado que as ceto­nas res­tau­ram os neurô­nios e a fun­ção dos ner­vos no cére­bro (Mer­cola 2013), esta é uma grande notí­cia para rever­ter os danos no cére­bro e pode até mesmo for­ne­cer um avanço na pes­quisa da doença de Alzhei­mer.

Expe­ri­mente estas ervas

Gotu Kola nutre todo o cére­bro e a glân­dula pineal, bro­tos de alfafa e de Salsa aju­dam a ener­gi­zar a glân­dula pineal, todas estas ervas (e mui­tas outras) aju­dam a esti­mu­lar e desin­to­xi­car a glân­dula pineal, tente adi­ci­o­nar o broto de a salsa e de alfafa gene­ro­sa­mente quando cozi­nhar para um impulso extra do cére­bro !

Pare de usar ócu­los de sol

Será que isso cha­mou a sua aten­ção ? Bem deixe-me expli­car, a luz refle­tida pela retina esti­mula a glân­dula pineal, nos­sos olhos pre­ci­sam ser expos­tos à luz solar indi­reta dia­ri­a­mente (a qual­quer uma célula gan­gli­o­nar fotos­sen­sí­vel), se você for usar ócu­los de sol certifique-se de tira-los pelo menos por um curto inter­valo de tempo dia­ri­a­mente. Tome bas­tante sol isso tam­bém nos for­nece vita­mina D que é muito impor­tante para a saúde e equi­li­bra o cére­bro aju­dando a com­ba­ter a depres­são. 
 
Claro que exis­tem várias outras manei­ras mara­vi­lho­sas para pro­mo­ver a saúde dos olhos da mente, como foi dito, isso não é de forma alguma uma lista com­pleta, é sem­pre bom veri­fi­car com um médico fito­te­ra­peuta, espe­ci­al­mente se você tiver algum pro­blema de saúde se for tomar suple­men­tos, agora vá em frente nutrir o olho da sua mente !
@Amie Moi­sés
Fonte: waking­ti­mes


11 manei­ras de des­cal­ci­fi­car a Glân­dula Pineal

Esta lista “como fazer” vai lhe dar um ponto de refe­rên­cia para os exer­cí­cios e manei­ras que aju­dem na des­cal­ci­fi­ca­ção da glân­dula pineal, ela tam­bém é conhe­cida como o ter­ceiro olho, é uma pequena glân­dula endó­crina na parte cen­tral geo­mé­trica do seu cére­bro, é a casa do cha­cra ajna (na testa) e sua ener­gia é de fenô­me­nos psí­qui­cos e espi­ri­tu­ais.
 
A glân­dula pineal pro­duz uma série de pro­du­tos quí­mi­cos e hormô­nios que cau­sam feli­ci­dade, sere­ni­dade, eufo­ria, sos­sego, com­por­ta­mento civi­li­zado, emo­ções equi­li­bra­das e fenô­me­nos psí­qui­cos, só para citar alguns, estes são esta­dos natu­rais de ser, no entanto devido à falta de nutri­ção ade­quada, ques­tões ambi­en­tais, pen­sa­men­tos do lado esquerdo do cére­bro e vários pro­du­tos quí­mi­cos a mai­o­ria das pes­soas têm sua glân­dula pineal cal­ci­fi­cada.
 
O Cri­a­dor deu aos seres huma­nos a chance de rever­ter ou dimi­nuir TODAS as “enfer­mi­da­des” e dis­fun­ções, exis­tem vários suple­men­tos, ali­men­tos, bebi­das, exer­cí­cios e outras prá­ti­cas que se pode imple­men­tar em seu estilo de vida para rever­ter a cal­ci­fi­ca­ção da glân­dula pineal, con­forme você começa a tra­ba­lhar cons­ci­en­te­mente com a ener­gia do cha­kra do ter­ceiro olho você come­çará a ver a rea­li­dade como ela é ao con­trá­rio do que você foi pro­gra­mado para acre­di­tar.
 
A lista a seguir não está em nenhuma ordem par­ti­cu­lar, veja o que res­soa ou sente ser bom para você e comece por aí, lembre-se, pra­ti­car a paci­ên­cia e ser con­sis­tente é a chave para qual­quer tra­ba­lho espi­ri­tual e meta­fí­sico.
1. Eli­mi­nar ou redu­zir a inges­tão de car­nes espe­ci­al­mente as mais pesa­das como carne bovina e suína que são muito áci­das, um pH ácido alto não é pro­pí­cio para uma ali­men­ta­ção sau­dá­vel nem para a des­cal­ci­fi­ca­ção da glân­dula pineal.
2. Beba água alca­lina ou des­ti­lada, a água alca­lina é car­re­gada ele­tri­ca­mente e a água des­ti­lada remove as toxi­nas e metais pesa­dos do corpo humano.
3. Evite o flúor, ele é tóxico para o orga­nismo humano, use creme den­tal sem flúor, não tome água da tor­neira por­que ela é flu­o­re­tada por isso beba água alca­lina ou água des­ti­lada.
4. Pra­ti­que o Sun­ga­zing, apre­ci­ando a ener­gia do Sol quando ele está laranja ou no nas­cente é tre­men­da­mente bené­fico para a glân­dula pineal e a des­cal­ci­fi­ca­ção, você pode fazer isso dia­ri­a­mente por 3–5 minu­tos não leva muito tempo, sua pineal é um cris­tal e reage nota­vel­mente ao nosso sol.
5. Coma mais ver­du­ras e legu­mes, os ali­men­tos mais alca­li­nos que entram em seu sis­tema ali­men­tam tam­bém a glân­dula pineal e outras par­tes cru­ci­ais do seu ser, os ali­men­tos que rece­be­ram luz solar são car­re­ga­dos ele­tri­ca­mente e des­cal­ci­fi­cam a glân­dula pineal !
6. Evite o mer­cú­rio ele é extre­ma­mente tóxico, a mai­o­ria das vaci­nas e obtu­ra­ções den­tá­rias são à base de mer­cú­rio, no entanto hoje em dia a mai­o­ria dos den­tis­tas estão usando recheios sem base de mer­cú­rio, se você tiver obtu­ra­ções de mer­cú­rio em seus den­tes, pro­cure um den­tista holís­tico para removê-las.
7. Man­te­nha pen­sa­men­tos e ações posi­ti­vas, isto pode pare­cer um pouco ele­men­tar ou não “pro­fundo o sufi­ci­ente”, mas há um grande poder no seu estado de espí­rito, pen­sa­men­tos tam­bém podem ser tóxi­cos.
8. Con­suma algas azul-esverdeada e outros “supe­ra­li­men­tos” ricos em clo­ro­fila, isto é seme­lhante a comer mais legu­mes, mas acres­cen­tando potên­cia, outros supe­ra­li­men­tos incluem clo­rela, spi­ru­lina, musgo do mar e suco de clo­ro­fila.
9. Use ervas como arte­mí­sia, madeira betony, alfafa, salsa e cen­tella asiá­tica que tem pro­pri­e­da­des cura­ti­vas mara­vi­lho­sas, você pode fazer um chá ou moer e pol­vi­lhar sobre a salada, ou pode ser fumado como parte de um ritual.
10. Use as lâm­pa­das incan­des­cen­tes que embora não sejam econô­mi­cas, são mais bara­tas e não emi­tem radi­a­ção pre­ju­di­cial a saude, tam­bém é impor­tante dor­mir na escu­ri­dão com­pleta, se pos­sí­vel.
11. Colo­que um cris­tal no seu cha­cra fron­tal dia­ri­a­mente, medi­tar com um cris­tal é ener­ge­ti­ca­mente bené­fico para a des­cal­ci­fi­ca­ção da glân­dula pineal, alguns dos favo­ri­tos são ame­tista, quartzo claro, soda­lita e lápis-lazúli.
 
Esta é uma lista incrí­vel ! A única outra suges­tão que eu faria é água ozo­ni­zada tam­bém, de acordo com a pes­quisa do Dr. Masaru Emoto em água e cons­ci­ên­cia, você pode adi­ci­o­nar man­tras e afir­ma­ções para qual­quer água que você con­some como uma forma de sobrecarrega-la !
@S. Ali Myers
Ori­gem: Na 5ª Dimensão
http://mensageirosdoamanhecer.org/glandula-pineal-veja-os-alimentos-para-reativar-sua-glandula-pineal-o-olho-da-mente/

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Superação, esperança, fé

Superação, esperança, fé.

Um exemplo para colocarmos na nossa vida, principalmente nos dias difíceis.





domingo, 10 de janeiro de 2016

Triclosan: onipresença indesejável

original do site: www.ecycle.com.br/

Saiba tudo sobre os perigos do triclosan e conheça produtos alternativos

Estudos definem o triclosan como pertencente ao grupo dos fenóis e éteres. Ele é considerado um éter difenil policlorado (PBDE), capaz de inibir o desenvolvimento de fungos, vírus e bactérias. Em baixas concentrações, ele impede o desenvolvimento de bactérias; e em altas concentrações, ele provoca a morte destes organismos. Osfenóis, por sua vez, são tóxicos para seres vivos, provocando efeitos danosos à saúde (como a progressiva perda de peso e diarreia) e é altamente prejudicial para pele, olhos e mucosas humanas, fazendo com que essas partes tornem-se vulneráveis à absorção de outras substâncias. 

Onde pode ser encontrado?

Depois de ter uma ideia dos efeitos sobre a saúde que o triclosan pode causar, você poderia deduzir que seria raro encontrá-lo em produtos comercialmente vendidos, certo? Errado! O triclosan é utilizado em uma enorme variedade de produtos de consumo, tais como: sabonetes, pastas de dentes, sabonetes bactericidas,desodorantes, sabão para lavar roupas, antissépticos, perfumes, objetos de primeiros socorros com função antimicrobiana, roupas, sapatos, carpetes, plásticos próprios para serem utilizados em alimentos, brinquedos, roupas de cama, colchões, adesivos, em equipamentos como ar-condicionado, tintas, mangueiras de combate a incêndios, banheiras, equipamentos de produção de gelo, borrachas, escovas de dente e, para arrematar, é utilizado também como pesticida.
O problema que envolve o triclosan está relacionado à falta de informação sobre os riscos associados ao uso indiscriminado da substância, ou seja, estamos condicionados a utilizar produtos bactericidas o tempo todo, sem a real necessidade e sem limites. Favorecendo a resistência bacteriana e elevando os riscos à saúde que substâncias como o triclosan podem causar.

Regulação

No Brasil, o componente é regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), sendo que a máxima concentração autorizada é de 0,3% em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. A ANVISA não apresenta nenhuma recomendação de limitação ou de condições de uso e advertência.
Nos Estados Unidos, o triclosan é regulado por duas agências, a Environmental Protection Agency (EPA) e a Food and Drug Administration (FDA), de maneira que a substância é regulada pela EPA em sua utilização como pesticida, e pela FDA em sua utilização no restante dos produtos citados anteriormente.

Efeitos

Existem muitos estudos que apontam para o fato de que triclosan propicia aresistência bacteriana, que nesse caso envolve a aquisição da capacidade de resistência de uma espécie bacteriana ao antimicrobiano, por meio de alteração no seu DNA. Em outras palavras, significa que o uso de produtos que contenham o triclosan pode fazer com que as bactérias que queremos eliminar se tornem cada vez mais resistentes e presentes, superbactérias, não resultando seu uso em efeito qualquer depois de algum tempo, ou ainda é possível que após deixar de usar um cosmético (como o desodorante, que contém triclosan como principal ingrediente), o efeito causado seja o agravamento daquilo que se quer evitar, ou seja, no caso dos desodorantes, o mau odor na área das axilas será mais forte, já que as bactérias tornaram-se resistentes e agora em maior número. O perigo deste processo também está relacionado à resistência bacteriana de espécies que são consideradas patogênicas para os seres humanos. Como consequência, o triclosan pode contribuir também para a resistência a antibióticos, e isso representa possíveis impactos negativos sobre a saúde humana.
Com relação a outras espécies de seres vivos, alguns estudos apontam para a toxicidade desse éter aos organismos aquáticos (como as algas, peixes e invertebrados), podendo causar, a longo prazo, efeitos nesse ambiente. Um dos efeitos seria a desregulação do sistema endócrino, por meio de alterações dos níveis de hormônio na tireoide. Além disso, existem evidências de que o triclosan possui propriedades que favorecem a bioacumulação nas mesmas espécies aquáticas.
Outro aspecto importante está relacionado à capacidade que o triclosan possui de modificar o desenvolvimento de microrganismos aquáticos, que são importantes, entre outras coisas, para a degradação de matéria orgânica. E o triclosan chega a corpos hídricos por meio de lançamento de efluentes de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE). Ou seja, observe que o fato de utilizar substâncias que possuem esse componente em sua formulação, para além dos riscos à saúde do consumidor, é capaz de desencadear efeitos nocivos sobre a fauna e flora com as quais entra em contato através da poluição causada por seus resíduos .
*-Assista a um vídeo produzido por pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, sobre a presença de triclosan nos lagos do estado:pós consumo ao serem despejados nas redes de esgoto ou outras vias quaisquer. 
O triclosan pode afetar, ainda, o funcionamento de músculos. Segundo pesquisa, ele é capaz de reduzir as atividades musculares, afetando o músculo mais importante do nosso corpo, o coração.  

Alternativas

Atualmente, já existem no mercado produtos que excluem da sua formulação o triclosan (conheça alguns deles aqui, aqui e aqui), que, ao invés de utilizá-lo, fazem uso de antimicrobianos naturais, como os óleos essenciais de alecrim, alecrim do campo, pitanga, cravo da Ìndia, camomila e canela. Este último, aliás, foi considerado por um estudo o óleo antimicrobiano mais eficiente e sustentável.
Outra substância menos agressiva pela qual você pode procurar nos rótulos dos produtos é a pedra hume, conhecida também como alúmen de potássio. Ela possui ampla utilização em processo de purificação de água e aplicações em cosméticos, agindo como antisséptico e cicatrizante. O bicarbonato de sódio também é outra alternativa, podendo ser usado para fins de higiene e limpeza



domingo, 6 de dezembro de 2015

A Face Oculta da Indústria Farmacêutica


Por Ray Moynihan e Alan Cassels -

As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento. Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune seu desespero por ver o mercado potencial de sua empresa confinado somente às doenças. Explicando preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley’s – fabricante e distribuidor de gomas de mascar –, Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às... pessoas saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de “vender para todo mundo”. Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.
As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico.

Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de 500 bilhões dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.

A fabricação das “síndromes”


A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais. Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados. Problemas menores são descritos como muitas síndomes graves, de tal modo que a timidez torna-se um “problema de ansiedade social”, e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada “problema disfórico pré-menstrual”. O simples fato de ser um sujeito “predisposto” a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si.

O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais farmacêuticas. Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos. As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos – e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais.

De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial. Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças. Em um artigo impressionante intitulado “A arte de catalogar um estado de saúde”, Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para “favorecer a criação” dos problemas médicos [1]. Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova “disfunção”. Entre as preferidas de Parry encontram-se a disfunção erétil, o problema da falta de atenção entre os adultos e a síndrome disfórica pré-menstrual – uma síndrome tão controvertida, que os pesquisadores avaliam que nem existe.

Médicos orientados por marqueteiros


Com uma rara franqueza, Perry explica a maneira como as empresas farmacêuticas não só catalogam e definem seus produtos com sucesso, tais como o Prozac ou o Viagra, mas definem e catalogam também as condições que criam o mercado para esses medicamentos.

Sob a liderança de marqueteiros da indústria farmacêutica, médicos especialistas e gurus como Perry sentam-se em volta de uma mesa para “criar novas idéias sobre doenças e estados de saúde”. O objetivo, diz ele, é fazer com que os clientes das empresas disponham, no mundo inteiro, “de uma nova maneira de pensar nessas coisas”. O objetivo é, sempre, estabelecer uma ligação entre o estado de saúde e o medicamento, de maneira a otimizar as vendas.

Para muitos, a idéia segundo a qual as multinacionais do setor ajudam a criar novas doenças parecerá estranha, mas ela é moeda corrente no meio da indústria. Destinado a seus diretores, um relatório recente de Business Insight mostrou que a capacidade de “criar mercados de novas doenças” traduz-se em vendas que chegam a bilhões de dólares. Uma das estratégias de melhor resultado, segundo esse relatório, consiste em mudar a maneira como as pessoas vêem suas disfunções sem gravidade. Elas devem ser “convencidas” de que “problemas até hoje aceitos no máximo como uma indisposição” são “dignos de uma intervenção médica”. Comemorando o sucesso do desenvolvimento de mercados lucrativos ligados a novos problemas da saúde, o relatório revelou grande otimismo em relação ao futuro financeiro da indústria farmacêutica: “Os próximos anos evidenciarão, de maneira privilegiada, a criação de doenças patrocinadas pela empresa”.

Dado o grande leque de disfunções possíveis, certamente é difícil traçar uma linha claramente definida entre as pessoas saudáveis e as doentes. As fronteiras que separam o “normal” do “anormal” são freqüentemente muito elásticas; elas podem variar drasticamente de um país para outro e evoluir ao longo do tempo. Mas o que se vê nitidamente é que, quanto mais se amplia o campo da definição de uma patologia, mais essa última atinge doentes em potencial, e mais vasto é o mercado para os fabricantes de pílulas e de cápsulas.
Em certas circunstâncias, os especialistas que dão as receitas são retribuídos pela indústria farmacêutica, cujo enriquecimento está ligado à forma como as prescrições de tratamentos forem feitas. Segundo esses especialistas, 90% dos norte-americanos idosos sofrem de um problema denominado “hipertensão arterial”; praticamente quase metade das norte-americanas são afetadas por uma disfunção sexual batizada FSD (disfunção sexual feminina); e mais de 40 milhões de norte-americanos deveriam ser acompanhados devido à sua taxa de colesterol alta. Com a ajuda dos meios de comunicação em busca de grandes manchetes, a última disfunção é constantemente anunciada como presente em grande parte da população: grave, mas sobretudo tratável, graças aos medicamentos. As vias alternativas para compreender e tratar dos problemas de saúde, ou para reduzir o número estimado de doentes, são sempre relegadas ao último plano, para satisfazer uma promoção frenética de medicamentos.


Quanto mais alienados, mais consumistas


A remuneração dos especialistas pela indústria não significa necessariamente tráfico de influências. Mas, aos olhos de um grande número de observadores, médicos e indústria farmacêutica mantêm laços extremamente estreitos.

As definições das doenças são ampliadas, mas as causas dessas pretensas disfunções são, ao contrário, descritas da forma mais sumária possível. No universo desse tipo de marketing, um problema maior de saúde, tal como as doenças cardiovasculares, pode ser considerado pelo foco estreito da taxa de colesterol ou da tensão arterial de uma pessoa. A prevenção das fraturas da bacia em idosos confunde-se com a obsessão pela densidade óssea das mulheres de meia-idade com boa saúde. A tristeza pessoal resulta de um desequilíbrio químico da serotonina no cérebro.

O fato de se concentrar em uma parte faz perder de vista as questões mais importantes, às vezes em prejuízo dos indivíduos e da comunidade. Por exemplo: se o objetivo é a melhora da saúde, alguns dos milhões investidos em caros medicamentos para baixar o colesterol em pessoas saudáveis, podem ser utilizados, de modo mais eficaz, em campanhas contra o tabagismo, ou para promover a atividade física e melhorar o equilíbrio alimentar.

A venda de doenças é feita de acordo com várias técnicas de marketing, mas a mais difundida é a do medo. Para vender às mulheres o hormônio de reposição no período da menopausa, brande-se o medo da crise cardíaca. Para vender aos pais a idéia segundo a qual a menor depressão requer um tratamento pesado, alardeia-se o suicídio de jovens. Para vender os medicamentos para baixar o colesterol, fala-se da morte prematura. E, no entanto, ironicamente, os próprios medicamentos que são objeto de publicidade exacerbada às vezes causam os problemas que deveriam evitar.

O tratamento de reposição hormonal (THS) aumenta o risco de crise cardíaca entre as mulheres; os antidepressivos aparentemente aumentam o risco de pensamento suicida entre os jovens. Pelo menos, um dos famosos medicamentos para baixar o colesterol foi retirado do mercado porque havia causado a morte de “pacientes”. Em um dos casos mais graves, o medicamento considerado bom para tratar problemas intestinais banais causou tamanha constipação que os pacientes morreram. No entanto, neste e em outros casos, as autoridades nacionais de regulação parecem mais interessadas em proteger os lucros das empresas farmacêuticas do que a saúde pública.

A “medicalização” interesseira da vida


A flexibilização da regulação da publicidade no final dos anos 1990, nos Estados Unidos, traduziu-se em um avanço sem precedentes do marketing farmacêutico dirigido a “toda e qualquer pessoa do mundo”. O público foi submetido, a partir de então, a uma média de dez ou mais mensagens publicitárias por dia. O lobby farmacêutico gostaria de impor o mesmo tipo de desregulamentação em outros lugares.

Há mais de trinta anos, um livre pensador de nome Ivan Illich deu o sinal de alerta, afirmando que a expansão do establishment médico estava prestes a “medicalizar” a própria vida, minando a capacidade das pessoas enfrentarem a realidade do sofrimento e da morte, e transformando um enorme número de cidadãos comuns em doentes. Ele criticava o sistema médico, “que pretende ter autoridade sobre as pessoas que ainda não estão doentes, sobre as pessoas de quem não se pode racionalmente esperar a cura, sobre as pessoas para quem os remédios receitados pelos médicos se revelam no mínimo tão eficazes quanto os oferecidos pelos tios e tias [2] ”.

Mais recentemente, Lynn Payer, uma redatora médica, descreveu um processo que denominou “a venda de doenças”: ou seja, o modo como os médicos e as empresas farmacêuticas ampliam sem necessidade as definições das doenças, de modo a receber mais pacientes e comercializar mais medicamentos [3]. Esses textos tornaram-se cada vez mais pertinentes, à medida que aumenta o rugido do marketing e que se consolidas[sic] as garras das multinacionais sobre o sistema de saúde.

Notas:
[1] Ler, de Vince Parry, “The art of branding a condition ”, Medical Marketing & Media, Londres, maio de 2003.
[2] Ler, de Ivan Illich, Némésis médicale, Paris, Seuil, 1975.
[3] Ler, de Lynn Payer, Disease-Mongers: How Doctors, Drug Companies, and Insurers are Making You Feel Sick, Nova York, John Wiley & Sons, 2002.

Fonte: http://diplo.uol.com.br/2006-05,a1302

Ray Moynihan é Jornalista especializado em saúde (British Medical Journal, The Lancet, The New England Journal of Medicine) e Alan Cassels é Pesquisador em política de medicamentos da universidade de Victoria, Canada.
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